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sábado, 3 de novembro de 2012

Não digas,Pai Nosso.




Não digas “Pai”
Se cada dia não te preocupas como filho
Não digas “Nosso”
Se vives isolado no teu egoísmo
Não digas “Que Estais no Céu”
Se só pensas em coisas terrenas
Não digas “Santificado Seja o Vosso Nome”
Se não O honras
Não digas “Venha a Nós o Vosso Reino”
Se o confundes com o êxito material
Não digas “Seja Feita a Vossa Vontade”
Se não a aceitas quando é dolorosa
Não digas “O Pão Nosso de Cada Dia Nos Dai Hoje”
Se não te preocupas com a gente que passa fome
Não digas “Não Nos Deixeis Cair Em Tentação”
Se queres continuar a pecar
Não digas “Livrai-nos do Mal”
Se não tomas partido contra o mal
Não Digas “Amém”
Se não levas a sério as palavras da oração


sábado, 2 de junho de 2012

Santíssima Trindade


Queridos catequistas vejam que interessante história para falar da santíssima Trindade.
A Árvore e a Santíssima Trindade
Nicolas era um menino muito esperto, diferente das outras crianças da sua sala de aula e prestava muita atenção em todas as explicações da professora.
Entre todas as coisas que ele aprendeu, da qual ele mais gostou foi a explicação sobre a vida da árvore.
Ele gostou de saber que a raiz escondida no fundo da terra, alimenta e fortalece a árvore, que o tronco sustenta a árvore e é o caminho dos alimentos ate as folhas, que as folhas em contato com o sol transformam os alimentos em energia e força, gerando as flores que se transformam em frutos.
Um dia na Infância Missionária, as crianças perguntaram para a assessora:
- Como é que Deus pode ser três pessoas em uma só?
Nicolas bem rápido respondeu, antes da assessora:
- A Trindade de Deus é como uma árvore!
- Como assim? – disseram as crianças.
- Explique para nós – sugeriu a assessora.
- Bem o Pai é o criador, aquele que sustenta a vida como a raiz de uma árvore. Sem raiz a árvore não vive.
O Filho é o que salva a vida. Ele é o caminho de Deus para nós, como o tronco de uma árvore que serve de apoio e percurso dos alimentos.
O Espírito Santo é o que fortalece e faz o cristão produzir frutos, como as folhas, que em contato com o sol, transformam os alimentos em energia, fortalecendo a árvore para que ela dê frutos.
Raiz, tronco e folhas formam a árvore.
Pai, Filho e Espírito Santo formam a Trindade.
Os frutos das árvores são a laranja, a goiaba e muito mais.
Os frutos da Trindade são o amor, a paz, a doação e muito mais.
- Muito boa explicação, Nicolas! – disse a assessora.
- nós precisamos da Trindade de Deus para produzirmos os frutos do Reino.
- Nicolas, o Espírito Santo o inspirou. O Espírito Santo falou para nós através de você.
A assessora ficou admirada com a explicação dele. Então perguntou:
- Nicolas, como é que você aprendeu isso?
- Rezando e Pensando em Deus, deixando Deus cochichar no meu coração.
REFLEXÃO: O mistério da Trindade de Deus só pode ser compreendido pelos que possuem o coração de criança. Pelos que possuem a simplicidade em sua comunicação com Deus. Só Deus pode desvendar seus mistérios no coração de quem o ama acima de tudo.
                    fonte:http://iamdioceseriopreto.blogspot.com.br

segunda-feira, 26 de março de 2012

O LAÇO E O ABRAÇO.

 



Meu Deus! Como é engraçado!…
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço…
Uma fita dando voltas? Se enrosca…
Mas não se embola , vira, revira, circula e pronto: está dado o abraço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?
Vai escorregando devagarinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E na fita que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento?
Como um pedaço de fita?
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz – romperam-se os laços.
- E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor é isso…
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.

Mario Quintana

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Quaresma:Tempo de reflexão e compromisso.

A quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender dos nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.
A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.
A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.
Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.
Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, deve retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem o nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.
40 dias
A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O nó do afeto.



   


Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possível... Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças. 
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo... 
Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. 
Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. 
Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. 
A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Deus existe?
















Alemanha
Inicio do século 20
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?”
Um aluno respondeu valentemente:
“Sim, Ele criou.”
“Deus criou tudo?”
Perguntou novamente o professor.
“Sim senhor”, respondeu o jovem.
O professor respondeu,
“Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.
Outro estudante levantou a mão e disse:
“Posso fazer uma pergunta, professor?”
“Lógico.” Foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
“Professor, o frio existe?”
“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”
O rapaz respondeu:
“De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.
O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”
“E, existe a escuridão?”
Continuou o estudante.
O professor respondeu: “Existe.”
O estudante respondeu:
“Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.
A luz pode-se estudar, a escuridão não!
Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas.
A escuridão não!
Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?
Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”
Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
“Senhor, o mal existe?”
O professor respondeu:
“Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”
E o estudante respondeu:
“O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal.
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…
Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu:
“ALBERT EINSTEIN.”

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Lençol sujo



Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.

Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou atráves da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!

- Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:

- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que outra vizinha ensinou

O marido calmamente respondeu:

- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

E assim é.

Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.

Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir, verifique seus próprios defeitos e limitações. Olhe antes de tudo, para sua própria casa, para dentro de você mesmo.

Só assim poderemos ter noção do real valor de nossos amigos.

Lave sua vidraça.

Abra sua janela.



Autor anônimo