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terça-feira, 13 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
Não digas,Pai Nosso.
Não digas “Pai”
Se cada
dia não te preocupas como filho
Não
digas “Nosso”
Se vives
isolado no teu egoísmo
Não digas
“Que Estais no Céu”
Se só
pensas em coisas terrenas
Não
digas “Santificado Seja o Vosso
Nome”
Se não O
honras
Não
digas “Venha a Nós o Vosso Reino”
Se o
confundes com o êxito material
Não
digas “Seja Feita a Vossa Vontade”
Se não a
aceitas quando é dolorosa
Não
digas “O Pão Nosso de Cada Dia
Nos Dai Hoje”
Se não te
preocupas com a gente que passa fome
Não
digas “Não Nos Deixeis Cair Em
Tentação”
Se queres
continuar a pecar
Não
digas “Livrai-nos do Mal”
Se não
tomas partido contra o mal
Não
Digas “Amém”
Se não
levas a sério as palavras da oração
sábado, 2 de junho de 2012
Santíssima Trindade
Queridos catequistas vejam que interessante história para falar da santíssima Trindade.
A Árvore e a Santíssima
Trindade
Nicolas era um menino muito esperto, diferente das outras crianças
da sua sala de aula e prestava muita atenção em todas as explicações da
professora.
Entre todas as coisas que ele aprendeu, da qual ele mais gostou foi
a explicação sobre a vida da árvore.
Ele gostou de saber que a raiz escondida no fundo da terra,
alimenta e fortalece a árvore, que o tronco sustenta a árvore e é o caminho dos
alimentos ate as folhas, que as folhas em contato com o sol transformam os
alimentos em energia e força, gerando as flores que se transformam em frutos.
Um dia na Infância Missionária, as crianças perguntaram para a
assessora:
- Como é que Deus pode ser três pessoas em uma só?
Nicolas bem rápido respondeu, antes da assessora:
- A Trindade de Deus é como uma árvore!
- Como assim? – disseram as crianças.
- Explique para nós – sugeriu a assessora.
- Bem o Pai é o criador, aquele que sustenta a vida como a raiz de
uma árvore. Sem raiz a árvore não vive.
O Filho é o que salva a vida. Ele é o caminho de Deus para nós,
como o tronco de uma árvore que serve de apoio e percurso dos alimentos.
O Espírito Santo é o que fortalece e faz o cristão produzir frutos,
como as folhas, que em contato com o sol, transformam os alimentos em energia,
fortalecendo a árvore para que ela dê frutos.
Raiz, tronco e folhas formam a árvore.
Pai, Filho e Espírito Santo formam a Trindade.
Os frutos das árvores são a laranja, a goiaba e muito mais.
Os frutos da Trindade são o amor, a paz, a doação e muito mais.
- Muito boa explicação, Nicolas! – disse a assessora.
- nós precisamos da Trindade de Deus para produzirmos os frutos do
Reino.
- Nicolas, o Espírito Santo o inspirou. O Espírito Santo falou para
nós através de você.
A assessora ficou admirada com a explicação dele. Então perguntou:
- Nicolas, como é que você aprendeu isso?
- Rezando e Pensando em Deus, deixando Deus cochichar no meu
coração.
REFLEXÃO: O mistério da Trindade de Deus só pode ser compreendido
pelos que possuem o coração de criança. Pelos que possuem a simplicidade em sua
comunicação com Deus. Só Deus pode desvendar seus mistérios no coração de quem
o ama acima de tudo.
fonte:http://iamdioceseriopreto.blogspot.com.br
fonte:http://iamdioceseriopreto.blogspot.com.br
segunda-feira, 26 de março de 2012
O LAÇO E O ABRAÇO.
Meu Deus! Como é engraçado!…
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço…
Uma fita dando voltas? Se enrosca…
Mas não se embola , vira, revira, circula e pronto: está dado o abraço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?
Vai escorregando devagarinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E na fita que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento?
Como um pedaço de fita?
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz – romperam-se os laços.
- E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor é isso…
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.
Mario Quintana
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Quaresma:Tempo de reflexão e compromisso.
A
quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar
para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender dos nossos pecados e
de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de
Cristo.
A
Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de
Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço
para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como
filhos de Deus.
A
cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo
de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o
mistério pascal.
Na
Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a
Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando,
compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma
série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já
que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.
Por
isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia,
durante a vida, deve retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os
zelos que se opõem o nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a
conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa
cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.
40
dias
A
duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia.
Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação
do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha,
dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida
pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
Na
Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros
significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
O nó do afeto.
Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possível... Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças.
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo...
Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo.
Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Deus existe?
Alemanha
Inicio do século 20
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?”
Um aluno respondeu valentemente:
“Sim, Ele criou.”
“Deus criou tudo?”
Perguntou novamente o professor.
“Sim senhor”, respondeu o jovem.
O professor respondeu,
“Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.
Outro estudante levantou a mão e disse:
“Posso fazer uma pergunta, professor?”
“Lógico.” Foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
“Professor, o frio existe?”
“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”
O rapaz respondeu:
“De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.
O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”
“E, existe a escuridão?”
Continuou o estudante.
O professor respondeu: “Existe.”
O estudante respondeu:
“Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.
A luz pode-se estudar, a escuridão não!
Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas.
A escuridão não!
Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?
Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”
Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
“Senhor, o mal existe?”
O professor respondeu:
“Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”
E o estudante respondeu:
“O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal.
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…
Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu:
“ALBERT EINSTEIN.”
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Lençol sujo
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que outra vizinha ensinou
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
E assim é.
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir, verifique seus próprios defeitos e limitações. Olhe antes de tudo, para sua própria casa, para dentro de você mesmo.
Lave sua vidraça.
Abra sua janela.
Autor anônimo
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